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PiiCiE Mora

#euaprendocomPiiCiEMora

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#Desafios - Testes de Raciocínio lógico

17.08.20, PiiCiE Mora

Nos exercícios a seguir, seleciona a opção correta que preenche a lacuna da série:

1. MCD, NEF, OGH,____, QKL

a) CMN
b) UJI
c) PIJ
d) IJT

2. B5CD,_____, BCD7, B8CD, BC9D

a) B2C2D
b) BC6D
c) B2C3D
d) BCD1

3. FEG, GEF, HEI, IEH, _____

a) JEK
b) HEL
c) HEK
d) JEI

4. ELFU, GLHU, ILJU,_____, MLNU

a) OLPU
b) KLMU
c) LLMU
d) KLLU

5. BMM, DOO, FQQ,_____, JUU

a) GRR
b) GSS
c) HSS
d) ITT

 

Soluções

1. Resposta: c

Existem duas séries alfabéticas.

A primeira série está baseada na primeira letra : MNOPQ.

A segunda série envolve as duas letras seguintes: CD, EF, GH, IJ, KL.

 

2. Resposta: b

Como as letras são as mesmas, concentre-se na série de números. A série 5, 6, 7, 8 e 9 segue cada letra na posição (ao chegar na última posição, o número da próxima série ocupa novamente a primeira posição - após o B).

 

3. Resposta: a

As letras do meio são fixas, então vamos nos concentrar na primeira e na terceira letras.

A série considera a ordem alfabética com as letras invertidas.

As primeiras letras em ordem alfabética: F, G, H, I , J.

O segundo e o quarto segmento são inversões do primeiro e do terceiro segmentos.

O segmento que falta deve iniciar com uma nova letra.

 

4. Resposta: d

A segunda e quarta letras das séries, L e U, são fixas.

A primeira e terceira letras consistem na ordem alfabética iniciando pela letra E.

 

5. Resposta: c

As primeiras letras estão em ordem alfabética pulando uma letra entre cada segmento: B, D, F, H, J.

As segundas e terceiras letras são repetidas, elas também estão em ordem pulando uma letra: M, O, Q, S, U.

 

E tu, quantas acertaste? Partilha nos comentários 😋

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#Crianças - estudo revela que hábitos de sono inadequados prejudicam saúde emocional

17.08.20, PiiCiE Mora

Um estudo realizado e publicado recentemente (julho 2020), no Journal of Child Psychology and Psychiatry, revela que o sono noturno inadequado altera vários aspetos da saúde emocional das crianças.

A investigação é da autoria da professora de psicologia da Universidade de Houston e diretora do Centro de Sono e Ansiedade de Houston, Candice Alfano. Embora muitas pesquisas sobre o tema relacionem sono inadequado com problemas de saúde emocional, estudos experimentais em crianças são raros. Contrariando essa tendência, Alfano e sua equipa estudaram 53 crianças, entre os 7 e os 11 anos, durante mais de uma semana, com o intuito de melhor perceber a interferência do sono nas emoções das crianças.

 

Em que consistiu o estudo?


Foram realizadas duas avaliações: uma após uma noite de sono saudável e outra após duas noites em que o sono foi restringido durante várias horas. Essa avaliação decorreu numa sala específica, onde as crianças foram expostas a uma série de fotos e pequenos filmes. À medida que revelavam as suas emoções, positivas e negativas, os investigadores fizeram o registo imediato.

Além de classificações subjetivas da emoção (tristeza, alegria, repulsa, medo…), notaram alterações no ritmo cardíaco e respiratório (um índice não invasivo de regulação da emoção ligada ao coração) e expressões faciais objetivas.

Alfano refere a importância destes dados, pois “Estudos baseados em relatos subjetivos de emoção são extremamente importantes, mas não nos dizem muito sobre os mecanismos específicos pelos quais o sono insuficiente aumenta o risco de distúrbios psiquiátricos nas crianças”. A investigadora destaca as implicações das suas descobertas para entender como dormir mal pode “transbordar” para a vida social e emocional das crianças.

“A experiência e a expressão de emoções positivas são essenciais na construção e estabelecimento de interações sociais saudáveis. Com este estudo, podemos explicar por que as crianças que dormem menos, em média, têm mais problemas relacionados na sua socialização”, acrescentou a responsável pelo estudo.

Outra conclusão importante diz respeito ao impacto da diminuição das horas de sono noturno nas emoções, que não foi uniforme: as crianças que apresentam sintomas de ansiedade preexistentes, são as que registam as alterações mais acentuadas na resposta emocional após a restrição do sono. Segundo Alfano, estes resultados enfatizam a necessidade de avaliar e promover hábitos de sono saudáveis ​nas crianças, em particular, junto daquelas que apresentam maior vulnerabilidade emocional.

Leia aqui o artigo original.

#DiaDoGatoPreto

17.08.20, PiiCiE Mora

Criado nos Estados Unidos da América como Black Cat Appreciation Day, o Dia da Apreciação do Gato Preto alastrou-se pelo mundo como um evento aberto a todos.

O objetivo central da data é divulgar a discriminação sofrida pelos gatos pretos e de promover a adoção destes felinos.

Devido às superstições em certas culturas, o gato preto é associado ao azar, sendo o gato mais abandonado, o menos adotado e o mais rapidamente abatido.

Por alturas do Halloween, não é permitida a adoção de gatos pretos nos Estados Unidos devido ao elevado número de ocorrências registadas de sacrifícios brutais com este animal.

gato-preto_c.jpg

Mitos sobre gatos pretos

Se hoje em dia diz-se que se se cruzar com um gato preto, dá azar. Nos séculos passados acreditava-se que os gatos pretos estavam ligados às trevas e que eram bruxas em forma de animal, levando à perseguição e extermínio destes animais.

Ironicamente, na Idade Média, a exterminação de gatos pretos levou até à proliferação das pestes nas populações europeias, através dos ratos.

Recuando mais atrás no tempo, encontra-se na Pérsia antiga a crença de que o gato preto era um espírito amigo, criado para fazer companhia ao homem no mundo, sendo que qualquer agressão a este animal era uma agressão ao espírito amigo.

O Dia do Gato preto visa combater os equívocos. Os gatos pretos são mesmo apontados por estudiosos como os gatos mais amigáveis e sociáveis.

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A cafeína e o sono

17.08.20, PiiCiE Mora
 
 

Um café extra deixa-nos mais despertos e com energia para mais umas horas de trabalho ou de estudo pela noite dentro. A cafeína é conhecida por atrasar o aparecimento de sonolência e, além do café, está presente em diversas bebidas, no chocolate ou em cápsulas de venda livre e sem receita médica.

Para um adulto saudável e sem sensibilidade à cafeína, a dose máxima referida é de 400 mg/dia – o que equivale a cerca de 6 mg de cafeína por quilo de peso corporal. Na prática, equivale a, por exemplo, três cafés expresso e um refrigerante.

Voltemos ao café, indubitavelmente a grande fonte de cafeína. Vejamos os dados recolhidos pela DECO PROTESTE:

  • 1 café expresso (aproximadamente 30 ml) = 88 mg de cafeína. Quantos cafés bebe por dia? É só fazer a conta e verificar se está a ultrapassar o limite.
  • 100ml de chá preto = 23 mg de cafeína
  • 100 ml de bebida energética = 30 mg
  • 100 ml de Ice Tea = 7 mg
  • 100 ml Cola = 9 mg
  • 100 grs de chocolate de leite = 16 mg
  • 100 grs de chocolate negro = 64 mg

Sendo uma substância estimulante do sistema nervoso central (SNC), a cafeína contribui para o aumento do ritmo cardíaco e respiratório; tem efeito diurético e possui propriedades psicotrópicas (alteram o comportamento).

Muitas vezes é consumida para reforçar a atenção, a concentração, o desempenho mental e físico; aumentar a sensação de alerta, combater a fadiga, proporcionando, na generalidade, uma sensação de bem-estar.

O problema surge quando não consegue pregar olho e a sensação de alerta não o deixa adormecer.

Como é que a ciência explica?

Uma equipa de investigadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, e do Laboratório de Biologia Molecular do Medical Research Council de Cambridge, em Inglaterra concluiu que cafeína tira-nos o sono porque altera o nosso relógio biológico interno (ritmo circadiano). Fisiologicamente a cafeína bloqueia as substâncias químicas que promovem o sono no cérebro.

Num estudo publicado em 2015, na Science Translational Medicine, os voluntários, três mulheres e dois homens, foram controlados num laboratório durante 49 dias. Durante este período, submeteram-se a diferentes condições ligadas com o ciclo do sono – vigília.

Um quarto com pouca luz e um comprimido de placebo; pouca luz e o equivalente a 200 miligramas de cafeína dependendo do peso de cada um; luz brilhante e mais placebo e, por fim, a mesma luz e mais 200 miligramas de cafeína.

Através das amostras de melatonina recolhida de forma periódica, os investigadores concluíram que quem consumiu cafeína registou um atraso de cerca de 40 minutos no ritmo circadiano noturno, em comparação com os que tomaram o comprimido de placebo em condições de pouca luz. Já a combinação da luz e da cafeína produziu um atraso de quase 105 minutos.

Os investigadores analisaram ainda, em laboratório, as mudanças provocadas a nível celular pela cafeína, o que permitiu perceber que a cafeína pode bloquear os recetores celulares do neurotransmissor adenosina que, em situações normais, favorece o sono e suprime a excitação.

Estudos mais recentes, apontam substâncias como a nicotina ou o álcool com um maior impacto negativo sobre o sono. Outras variantes, como por exemplo, se a pessoa é ou não uma consumidora regular de cafeína, também interferem com a sua predisposição para sofrer de insónia devido a este estimulante.

Mito ou não, a relação fisiológica ao nível do cérebro não deixa dúvidas e, se quer dormir bem, o melhor é evitar bebidas ou alimentos com cafeína – e, já agora, evite também fumar ou ingerir bebidas alcoólicas – ao final do dia.

Artigo original: https://querodormir.pt/5434-2/

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